Sobre quando me perdi

E um dia você me fala qualquer coisa que me faz perceber: me perdi. Assim, sem nem saber de mim, sem nunca me olhar nos olhos, me dá um tapa na cara e me faz acordar.

Me pergunto agora por onde tenho andado e há quanto tempo sigo vago, vagando, oscilando entre o que eu era, o que eu acredito e o que (não) sou agora. E quando foi que passei a temer o que pode me trazer o riso.

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