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Mostrando postagens de Outubro, 2012

das escolhas

Escolhi uma profissão que não me escolheu, me apaixonei e ela nunca me deu bola. Uma outra me escolheu (ou escolheram pra mim) e eu até hoje não sei o que sinto por ela. Eu tinha duas alternativas e nenhuma das duas era suficiente. Se ficasse só com uma, ia seguir pela metade. Concluí que não sei direito o que quero, porque quero uma coisa que ainda não existe. Só me resta inventar um novo rumo, porque ninguém disse que ia ser fácil.

Das cartas não enviadas I

E agora tudo o que ouço é aquela frase piegas e clichê que fala de um blá blá blá onde as coisas acontecem quando tem que acontecer. É nisso que me agarro pra ter esperança no que parece impossível e também é o que me serve de consolo quando tudo dá errado (como agora). "Se não foi, é porque não era pra ser. Agora segue o fluxo", disse aquela minha amiga meio hippie quando contei de mais um episódio da novela mexicana que insisito em chamar de vida. Era pra ser assim, então. Estava tudo escrito, né? Até nome composto meus pais me deram para que eu não me desviasse do meu destino de viver dramas bizarros até encontrar o tal final feliz... Eu sei, reclamar não vai mudar nada. Meu consolo é que ao menos meus dramas divertem quem não vive nele. 
Passada a fase shelelê onde mentalizo luzes azuis e violetas, é hora de mentalizar que o cara é um idiota, mesmo que ele não seja (porque eu sei que não é). Aí sumo como fiz das outras vezes, mas talvez responda as mensagens que ele man…