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Mostrando postagens de Agosto, 2012

Sobre quando me perdi

E um dia você me fala qualquer coisa que me faz perceber: me perdi. Assim, sem nem saber de mim, sem nunca me olhar nos olhos, me dá um tapa na cara e me faz acordar.

Me pergunto agora por onde tenho andado e há quanto tempo sigo vago, vagando, oscilando entre o que eu era, o que eu acredito e o que (não) sou agora. E quando foi que passei a temer o que pode me trazer o riso.

Sobre o amor libertário

Amar: palavra que termina com o ar que a gente perde quando vê o ser amado, quando sabe o que é ser amado. Começa com a primeira letra do alfabeto, como quem diz: "Sou o amor e te darei muitas palavras e histórias pra contar daqui pra frente". Beijos, chamegos e carinhos, dengos...

E se eu amar em inglês? Love. Troque a segunda letra por "i" e descubra que amar é viver... e é aí que começa o drama. Aí que começam as minhas teorias (nem tão) revolucionárias sobre o amor e os "relacionamentos sérios". Pura e simplesmente porque tem gente que confunde "amar é viver" com "amar é vivermos um a vida do outro".

Sou uma daquelas pessoas que acreditam no amor. O amor puro e simples. O amor que não carrega os estigmas aos quais a maioria dos relacionamentos atuais estão condenados. O amor sem correntes, o amor que te faz voar. Amor pela revolução, amor que revoluciona a vida e que te faz viver, querer sempre mais. Que te dá a liberdade de querer…